
Mesmo com tantos olhos
Tantos nãos!
Eu me desferrolho
E sempre ofereço minhas mãos
Um dia quem sabe: Poderás aceitar
Sem nenhum compromisso
Sem nenhuma conta a pagar
Não te cobro, nem serás submisso
Ainda não me catalogo
Sou página sempre em branco
Escrevo-me por onde ando
Esta minha vida é apenas prólogo
O "Pass(e)ar nesta vidinha - Um ato mui pessoal!
Cada um sabe de si
Se ficas parada, vida anda...
Se (não) ando..." Confesso que (não)vivi"
Karine Gallas

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